segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

21° Capitulo

Por: Lívia Stramare 5 pensamentos
Joseph percebera quando Demi se esgueirara pela porta envidraçada da sala de visitas. Podia entender que ela desejasse escapar.
Aliás, sentira-se aliviado ao entrar na sala, vendo que ela não estava perto de Ashley. Teve curiosidade de saber quem poderia ter-lhe sugerido que tocasse piano. Mas não achara conveniente perguntar.
— Vai jogar, Joseph? — perguntara-lhe Ashley, que naquela noite estava bem-humorada,
— É evidente, pensei que você também quisesse.
— Ganhei um pouco na noite passada — disse Ashley —, mas não o suficiente. Deve sentar-se perto de mim e dar-me sorte, Joseph.
— Primeiro tenho que ver o que meus outros convidados querem fazer. Você deve dirigir-se para a mesa maior e organizar tudo, como sempre sabe fazer tão bem.
Ashley sorriu. Ficava encantada quando o duque a tratava como se fosse a anfitriã de Mere, que era o que mais desejava ser.
Intimamente, ela pensava que brevemente poderia impedir a vinda de toda aquela gente para a mansão. Na realidade, era uma pretensão destituída de fundamento. Entretanto, sempre imaginava que tudo o que queria tornava-se uma verdade.
Acomodou a todos, que queriam jogar bacará, e o fez de tal forma que deu a entender ser ela quem comandava o espetáculo, sendo a única cuja opinião era acatada.
Três dos convidados queriam jogar bridge, e o duque conseguiu um quarto parceiro. Reparou então que Taylor Fane não se sentara à mesa de bacará, conforme era esperado. Viu-o dirigir-se para a porta envidraçada que dava para o terraço. Compreendeu imediatamente que ele estava à procura de Demi.
Irritado, pensou que após o que acontecera antes do almoço, Taylor estava agindo mal, arriscando-se a uma cena com Sarah Stort por causa da moça. Disse com seus botões: “Esta é a última vez que convido uma moça solteira para minhas reuniões”.
Contudo, ocorreu-lhe que não era por Demetria ser jovem e solteira que estava provocando toda aquela celeuma entre os convidados. Mas apenas porque possuía uma atração fora do comum. Fosse o que fosse, era responsável por ela. Assim, Taylor não tinha o direito de segui-la ao jardim, o que certamente deixaria Sarah furiosa e suscitaria comentários, mesmo que fossem sem maldade.
Ao ver que Ashley estava ocupada bancando o jogo, dirigiu-se para o terraço, sem saber qual a direção que Demetria tomara. Tinha certeza — embora sem saber por quê —, que deveria ter ido para o tanque dos nenúfares. Ele ficava num jardim planejado por sua mãe. Apesar de pequeno, achava-o muito atraente.
Além desse, havia outro com várias plantas, cercado por muros de tijolos vermelhos, no estilo elisabetano, e ainda um terceiro cheio de roseiras, com um quadrante solar no centro. Um pouco mais afastado, o jardim japonês com árvores e arbustos, que eram miniaturas de espécimes maiores.
Entretanto, o que ficava mais perto, sendo também o mais bonito, era o que tinha o tanque dos nenúfares.
Começou a andar depressa sobre o gramado macio, e ao aproximar-se do jardim, ouviu vozes. Seu primeiro impulso foi dirigir-se diretamente para onde Demetria e Taylor Fane estavam. Mas, ao chegar à sebe, percebeu que dali podia escutar o que diziam.
— Isto aqui é muito agradável — disse Demi —, mas acho que deveríamos voltar.
— Não há pressa — respondeu Taylor. — Todos estão jogando e quero falar com você.
— Sobre o quê?
— A seu respeito.
— Só posso pensar no quanto este jardim é lindo.
— Assim como você!
— Já disse… acho que devemos voltar.
Não havia dúvida de que Lorena estava nervosa. O duque ergueu as mãos afastando os ramos à sua frente. Pela abertura, vislumbrou-a claramente, de pé ao lado do tanque, com o luar iluminando seu rosto, enquanto Taylor estava de costas para ele.
— Eu a levarei de volta, mas primeiro quero beijá-la. Jamais foi beijada, e por isso quero iniciá-la em tão doce prazer.
— Não! — ela não se mexera, mas falara com firmeza.
— Não? Por quê?
— Porque, quando for beijada… talvez seja realmente maravilhoso. Contudo… gostaria que o homem que me beijasse fosse aquele com quem eu me casasse.
Verificou-se um silêncio, e o duque sabia que Taylor ficara surpreso.
Após um momento, ele tornou a dizer:
— Julgo que achará difícil saber se deseja mesmo casar-se com um homem, a não ser que o beije primeiro.
Demi sacudiu a cabeça antes de falar:
— Pode achar que seja uma tolice, mas tenho certeza de que se eu me apaixonar por alguém, a ponto de querer casar-me, meu coração me dirá se eu amo essa pessoa ou não.
— Talvez tenha razão — disse Taylor —, mas ainda quero beijá-la, Demetria, ou melhor, Demi. Há muito que não desejava uma mulher tão intensamente.
O duque sentiu que ele ia continuar insistindo, e aquilo era algo que não podia permitir. Estava prestes a passar pela sebe e interferir, antes que Taylor assustasse Demetria, quando a ouviu dizer:
— Acho que se a senhora que o ama o ouvisse dizer essas coisas, ficaria muito zangada. Eu não a condenaria, pois é desleal amar uma mulher e desejar outra.
Se Demi, anteriormente, já deixara Taylor surpreso, agora conseguira espantá-lo, pensou o duque.
— Sou um homem livre — disse o major, como se quisesse desculpar-se. — Não pertenço a ninguém, Demi, e ninguém pode impedir-me de querer beijá-la. Não acho isso desleal.
— Se não é desleal, então é cruel. Não desejo ser cruel com ninguém… Por favor, entenda… não quero ser beijada.
Seu modo de falar, com a voz ligeiramente trêmula, banhada pelo luar, tudo contribuía para que parecesse ainda mais bela e jovem.
Então, Taylor Fane capitulou, como se ela tivesse usado uma arma mais eficaz do que as flechas que o pequeno deus do amor carregava nos ombros.
— Não farei nada que você não queira, Demi. Mas prometa-me uma coisa.
— O quê?
O duque notou que ainda estava um pouco nervosa, talvez com medo, porque agora compreendia o que não percebera antes, que Taylor Fane era um homem, que desejava algo mais do que um simples beijo.
— Quero pedir-lhe para vê-la quando for embora de Mere. Como deve ter percebido, as coisas aqui são diferentes, e num outro lugar as coisas pareceriam diversas. Quero vê-la, Demi, muito mais do que eu possa dizer-lhe.
— Também gostaria de revê-lo — respondeu ela. — Contudo, não sei onde estarei nem onde viverei.
— Isso não tem importância. Eu a descobrirei, e então poderemos realmente nos conhecer, o que gostaria de fazer — sua voz era tão ardente que fez com que Demi tornasse a pedir:
— Vamos voltar. — Ela não podia afastar-se dali, a não ser que ele saísse de sua frente.

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Aii aii ein...

Aiii gente que emoção! 

Bom eu ja terminei a historia e ela tem 33 capitulos! *-* E espero que vocês curtam-os com muito amor! *-*

Respostinhas: 

Heloisa;Haha demorei nad´s! *-* Ja tá aii... Haha ja disse sim, mais não me canso de ler! *-* Beijins de estrelas, até amanhã BEST!
Paola: HAAAAAAAA brigadin´s! *-* Você é uma DIVAW mesmhu, né? Faço questão de divulga-lo! *-* Beijins de estrelas!

Mona: Aiii BEST BRIGADIN`S! *-* Você que é fofa! ###POSTADIN`S#  Beijins de estrelas BEST!

Tay: Hah tudo bem! E muitooooo obrigada! È mesmhu... muito rapido! Mais eu adoro isso! E não tem problema!  hAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA que T-U-D-O! Brigadérrima! *-* te amhu BEST! *-* Beijins de estrelas.

Bom é isso!

3 coment´s.

Amhu vocês!

Beijins de estrelas e Boa Noite! *-*
Ass:Lívia.

20 ° Capitulo

Por: Lívia Stramare 7 pensamentos
Tia Selena e lorde Dorset! Não era de admirar que não houvesse lugar para ela na casa de seu tio em Belgrave Square ou, pelo mesmo motivo, na sua casa de campo.
Agora, sentada àquela mesa, veio-lhe à memória o que seu pai costumava dizer sobre o casamento. Julgava-o uma bênção divina e, como tal, os vínculos que uniam o casal não deveriam ser rompidos.
Um dia, ao ver o marido preocupado, sua mãe perguntara-lhe:
— O que há, querido? Alguma preocupação?
— Foi o casamento que acabei de realizar — respondera o pai. — Senti um ambiente falso, em toda a igreja percebi que não havia nenhuma oração sincera ou um ato de fé.
— Talvez tenha se enganado.
— Não. Percebi claramente que a noiva estava se casando pelo dinheiro do noivo, que por sua vez via naquele casamento uma chance para ingressar num círculo social mais elevado do que aquele em que nascera.
— Não deve levar essas coisas muito a sério, querido — dissera sua mãe, levantando-se da mesa para ir beijá-lo.
— O casamento deve representar dedicação e uma união de amor — insistira seu pai.
— Como o nosso — dissera sua mãe, meigamente. — Assim será o que vai realizar amanhã, o de Wilcox. Ambos estão apaixonados. Sempre julguei aquela moça um tipo comum, mas agora está quase linda.
Houve muitas ocasiões em que seu pai acreditava ter casado duas pessoas que encontrariam a felicidade, por terem sido feitas uma para a outra. Dinheiro e posição social nada significavam para ele. O que contava era o amor.
Agora, pensando bem, Demi sentia que isso costumava acontecer mais habitualmente com pessoas humildes. Rapazes e moças que viviam em aldeias, ou outros, que embora ricos não aspiravam a posições sociais mais elevadas.
“Talvez o dinheiro corrompa”, pensou ela. Todavia, se a pessoa que o tivesse também possuísse um caráter honesto e ideais sublimes, então nada poderia atingi-los, mudá-los ou destruí-los.
Censurou-se então por estar sendo egoísta, pensando somente em si mesma, em vez de conversar com os dois cavalheiros entre os quais estava sentada. Virou-se para o da direita, procurando saber em que estaria interessado. Antes de terminar o jantar, constituído de sete pratos diferentes, ela havia conversado bastante e fora bem-sucedida em seu intento.
Ao se dirigirem para a sala de visitas, Demi procurou aproximar-se da marquesa de Trumpington. Sorrindo, perguntou-lhe:
— Acha que eu poderia tocar piano? Se o fizer bem baixinho, não atrapalharei as conversas.
Pensando que Demi quisesse evitar novo atrito com a condessa, a marquesa respondeu imediatamente:
— Seria uma ótima idéia, e gostaria de ouvi-la tocar. Deve ter tido um bom professor em Roma.
— Sim, um italiano para quem a música era toda a sua vida. — Assim falando, dirigindo-se para uma salinha onde estava o piano.
Era um Broadway magnífico. Ao sentar-se, e mal suas mãos tocaram as teclas, percebeu que jamais tivera a oportunidade de tocar num instrumento como aquele.
Iniciou com uma música suave de Chopin. Evitava assim que a condessa pudesse achar que ela estava interrompendo as conversas.
Demi achou que naquela noite Ashley estava ainda mais linda, realçando-se sobre todas as outras. Pensou que aquilo ocorria porque amava o duque e era correspondida. Isso lhe deu uma sensação estranha, embora não soubesse a causa. Era a mesma sensação dolorosa que sentira ao saber que o duque fora casado. Procurou então concentrar-se no que estava tocando.
De Chopin, passou para uma melodia romântica de Offenbach, e quando os homens entraram na sala, achou que devia parar de tocar. Agora, certamente, estaria livre da condessa. Ao ver o duque entrar na sala e dirigir-se para o grupo de senhoras, ergueu-se do piano e caminhou rapidamente, a fim de esgueirar-se por uma porta envidraçada que dava para o terraço.
A noite estava quente, sem uma brisa sequer. O céu estava recamado de estrelas, e o luar banhava o jardim, prateando a água do lago. Sem ter idéia de para onde deveria dirigir-se, foi até o fim do terraço, desceu alguns degraus que davam no gramado, e afastou-se da casa.
Ao sentir-se isolada de todos, achou que fora ridículo ter-se atemorizado com as pessoas. Sabia, porém, não desejar que a condessa de Hellingford destruísse o enlevo do qual estava possuída, desde que chegara a Mere. Já bastava que uma parte de seu sonho tivesse sido atingida ao ver e ouvir certas coisas que antes não percebera. E o que ficara sabendo estava maculando a beleza que a fascinara.
“É como se eu despertasse”, pensou ela, “quando quero continuar sonhando.” Sentia como se aquele conto de fadas estivesse se apagando, e ela seria deixada com a realidade, que poderia parecer-lhe feia e desagradável.
O encanto que havia naquele jardim afigurava-se-lhe igual à frescura da mão sobre uma testa febril. Qualquer coisa que estivesse acontecendo na sala de visitas brilhantemente iluminada ficara paratrás. Aqui havia paz e a magia serena da noite.
Havia também a fragrância de flores noturnas, o guincho estridente de algum morcego ocasional. Mais do que tudo, havia a lua, as estrelas e a sensação de estar cercada por seres de outro mundo, embora não os visse. Pensou que talvez fossem os antigos moradores de Mere. Como ela, poderiam ter um dia caminhado pelo jardim, para escapar de suas dificuldades e preocupações.
Talvez fossem também seres celestiais, que pudessem movimentar-se entre os mortais. Exerciam sua influência, para que buscassem algo mais elevado do que eles mesmos. Alguma coisa que ali estivesse, porém, fora de seu alcance.
Ao se aproximar de um tanque de nenúfares, cercado por uma sebe artisticamente podada, estava perdida em seus devaneios. Não poderia descrever a felicidade que sentia. Cada passo que dava afastava-a de tudo que a perturbara. Sentiu-se como se estivesse enfeitiçada, porque todo o seu ser elevara-se espiritualmente.
No centro do tanque de nenúfares havia uma estátua de Eros. Carregava um grande peixe nos braços, de cuja boca saía um filete de água que caía no tanque. O luar dava-lhe reflexos prateados, tornando-o sedutor, e ouvia-se apenas o murmúrio da água.
Ao olhar para cima, Demi sentiu a impressão de que alguma coisa dentro dela, talvez seu coração, afluísse para o céu, impregnando-lhe aquela força da qual falara ao duque, o poder que sabia originar-se de Deus e só a Ele pertencia.
Logo em seguida, ouviu passos no caminho que a trouxera até o tanque de nenúfares. Reteve a respiração por alguns segundos, com a esperança, que não conseguia reprimir, de que fosse o duque que a estivesse procurando. Em vez dele, porém, viu o major Taylor.

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Heloisa: eita você consegue ein.... haha agora tenho 30 cps! *-* Bom beijins de estrelas. OBG pelo carinho! Amhu você!

2 coment´s.

Beijins de estrelas..

Amhu vocês.
Ass:Lívia.

19° Capitulo

Por: Lívia Stramare 2 pensamentos
— O duque foi casado. Não sabia?
— Não tinha idéia.
— Foi há muito tempo. Sua Excelência tinha apenas vinte e um anos. Ela morreu de uma queda numa caçada. Estavam casados apenas há um ano.
— Que horror! — exclamou Demi. Não podendo conter-se, perguntou: — O duque ficou… muito transtornado?
— Foi uma tragédia para todos. Mas agora quero mostrar-lhe estes quadros de crianças feitos por Hopner. São considerados uma bela ilustração de seu trabalho.
Demi sentiu que o sr. Lucas não desejava continuar falando da duquesa. Não conseguiu mais interessar-se no que ele dizia. Então o duque fora casado! Não sabia por quê, mas aquilo fora um choque para ela. Jamais lhe ocorrera que ele fosse viúvo. Talvez por isso, sentindo-se tão desesperado ao perder a mulher, passara a encher sua vida com amigos que fossem alegres, e o divertissem. Agora ela tinha consciência de que sabia tão pouco a seu respeito…
Antes de saírem daquela sala, seus olhos voltaram-se novamente para o retrato do duque. O artista captara seu olhar de alheamento, bem como a impressão que causava, de um domínio irresistível. Era difícil avaliar como teria sido a duquesa. Ela a achara bonita, de cabelos escuros e olhos grandes e pretos. Pensou que talvez ele só gostasse de mulheres morenas. Mas, então, lembrou-se que a condessa Hellingford era loura (aa pra mim ela é)…
Após vestir-se para o jantar, desejou não parecer muito sem graça, em comparação com aquelas mulheres lindas. Dissera ao duque que elas lhe lembravam “cisnes brancos deslizando sobre o lago”.
Ao olhar-se no espelho, pensou que o major Taylor tinha razão. Era demasiadamente jovem, e seu sucesso só existia na imaginação generosa de tio Nick.
Por ter apenas duas toaletes, resolveu vestir a mesma que usara na noite de sua chegada. Achara-a tão bonita, ao escolhê-la em Roma! Agora parecia-lhe comum. Preferia que tivesse babados de gaze ou de filo, e jóias para brilhar como as outras mulheres, que refulgiam tal qual estrelas.
Uma batida na porta interrompeu seus pensamentos. Miley foi abri-la, e ela pensou que nem mesmo as flores poderiam fazer com que se parecesse a não ser com uma colegial.
Miley voltou, dizendo-lhe:
— Senhorita, hoje não precisa escolher. Sua Excelência o fez pessoalmente.
— Mandou-as para mim? — perguntou Demi.
Seu coração pulou de alegria. Ele fora bondoso ao lembrar-se que ela não tinha brilhantes nem esmeraldas ou rubis para abrilhantar sua aparência. Em vez das jóias, enviara-lhe dois arranjos de orquídeas: um para ser colocado no vestido, e o outro na cabeça. Eram de um rosa muito pálido e diferentes das que Demi já tinha visto.
— São lindas, senhorita. Devem ser de uma espécie muito rara, e cultivadas no orquidário. Meu pai é o jardineiro que trata delas.Contou-me que Sua Excelência mandou buscar orquídeas em todas as partes do mundo.
— Estas são belíssimas! — exclamou Demi. — Um dos arranjos é para meus cabelos.
— Se quiser, senhoríta, posso prendê-lo na parte de trás de sua cabeça, igual a uma tiara, assim como usam na Rússia.
— Você já conheceu alguma russa?
— Sim, senhorita. No ano passado, quando o rei veio jantar, havia uma princesa russa aqui hospedada. Ela usou uma tiara de flores formando uma espécie de arco no alto da cabeça. É assim que estas orquídeas deverão ser colocadas.
Demi concordou. Miley arrumou-as artisticamente em sua cabeça. O outro ramo foi preso no vestido, um pouco abaixo do busto. Ao olhar-se no espelho, achou que o rosa das flores parecia atenuar a severidade de seu vestido. Reparou que seus olhos brilhavam e sentiu que não mais receava parecer pequena e insignificante.
O duque pensara nela! Mandara-lhe flores! Mas devia ter cuidado: não poderia agradecer-lhe em público, pois a condessa talvez se aborrecesse …
Tornaram a bater na porta. Desta vez era sir Nick.
— Está pronta, meu bem? Não devemos nos atrasar.
— Já estou pronta, titio.
— Que belas flores tem na cabeça… — fez uma pausa, e exclamou: — São naturais! Ao entrar, quando olhei para elas, pensei que fossem artificiais. São muito mais bonitas do que as que eu tenho visto. Agora vamos embora, senão perderemos o drinque antes do jantar.
Ao descerem, Demi esperava que ninguém reparasse nas lindas flores que estava usando. Não só receava que a condessa se zangasse, mas achava que qualquer comentário desagradável poderia perturbar sua felicidade, pelo fato de o duque ter pensado nela.
Felizmente todos já se encontravam no salão azul, e animados demais nas conversas, para repararem nela. Todavia, notou, embora pudesse estar enganada, que o duque lançara um olhar em sua direção, desviando-o em seguida.
Sentiu alguém pegando sua mão. A marquesa de Trumpington puxou-a para um lado.
— Lastimo, querida — disse ela —, que tenha ficado abalada com as palavras tão desagradáveis de Ashley antes do almoço. Se eu soubesse que desejava ir à igreja, teria ido com você.
— Seria uma grande gentileza, mas não queria ser um estorvo para ninguém.
— É claro que não. Esta é a última coisa que você seria — disse a marquesa  Nina carinhosamente. — Ashley é ridiculamente ciumenta de qualquer pessoa que fale com o duque. Bonita como você é, está sujeita a essas inconveniências.
— Não me julgo nada bonita quando olho para a senhora — disse Demicom toda a sua sinceridade.
A marquesa estava realmente bonita, com um vestido azul-turquesa que realçava seus cabelos morrons. Usava um colar e uma pequena tiara de águas-marinhas e um bracelete das mesmas pedras.
Sorriu ao ouvir o elogio, mas antes que pudesse responder, lorde Gilmour aproximou-se, dizendo:
— Ashley está se exibindo tal qual um pavão com duas caudas! Mas em minha opinião, nesta sala só existe uma mulher bonita: você, Nina!
No tom de sua voz havia algo que surpreendeu Demi. Ao ver a expressão dos olhos dele, compreendeu. Lorde Gilmour estava apaixonado pela marquesa! E ambos eram casados com outras pessoas!
Sentiu-se confusa, e ao sentar-se à mesa, olhou à sua volta, perguntando a si mesma quantos daqueles homens estariam enamorados das mulheres que não eram suas esposas. Mais uma vez, viu que a condessa de Hellingford se esforçava por atrair a atenção do duque, e a marquesa, com uma expressão muito suave nos olhos, ouvia o que lorde Gilmour estava lhe dizendo.
De frente para ela, a viscondessa Stort estava evidentemente tendo uma discussão muito íntima com o major Taylor. Olhou para seu tio. Pelo menos não parecia comprometido com nenhuma das senhoras presentes.
Lembrou-se então do tom irônico da condessa de Hellingford, referir-se naquela manhã à sua tia Selena: “…ou terá preferido Dorset?” Fora só após o almoço que ela compreendera. A condessa estava se referindo ao condado com aquele nome, mas a um homem. Ignorava que houvesse uma pessoa chamada lorde Dorset, até o momento em que já iam saindo para o passeio a cavalo, e ouviu seu tio dizer ao criado:
— Este não é meu chicote. O meu tem um punho dourado.
Ao olhar para ele, o homem respondeu:
— Desculpe, senhor. Na pressa, quando já estávamos vindo para cá, devo ter trazido o de lorde Dorset em vez do seu.
— Pois trate de devolvê-lo logo que chegarmos a Londres — dissera str Nick bruscamente. — E para outra vez, não seja tão descuidado!
Demi julgara que seu tio irritara-se inutilmente. Agora, porém, aquele nome, surgindo em sua lembrança, foi como um estalo. E como se arrumasse as peças de um quebra-cabeça, começou a compreender algumas coisas que a tinham preocupado.

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Heloisa: Haha você é que é D+++! E sua historia é...M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!!!!!!!!!!! ###POSTANDO#### Pronto! E para a sua sorte eu tenho mais de 25 cps prontos! *-* haha! Beijins de estrelas! Te amhu BEST!

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Beijins de estrelas.

Amhu vocês.


Ass:Lívia.

18° Capitulo

Por: Lívia Stramare 2 pensamentos
Lembrou-se então que Ashley tinha um marido. Ouvira seu tio mencionar o conde de Hellingford numa conversa, referindo-se aos leões que matara na África. Ao que a marquesa de Trumpington replicara:
— Existe uma leoa que ele devia ter levado, ou matado antes de partir!
Todos riram, ela porém não compreendera. Agora percebia que a marquesa devia estar se referindo à condessa de Hellingford. Pensando naquilo tudo, concluiu que não tivera a intenção de passear com o duque, e que não o considerava “um rapaz”… Ao mesmo tempo, sentia que era o tipo de homem cuja companhia agradava-lhe muito. Ficaria decepcionada se nunca mais pudesse sair com ele. Fora tão emocionante o passeio a cavalo sozinhos, e mais ainda aquela refeição matinal na casa da fazenda!
Parecera entender tudo quanto lhe dissera. Ocorreu-lhe então que, de todos os homens ali presentes, incluindo seu tio, ele era o único que não caçoaria de suas “idéias”, como as chamava.
“Gosto dele! Gosto muito mesmo!”, disse a si mesma. Pareceu-lhe injusto que a condessa quisesse tê-lo só para ela. Ficou imaginando, se amasse um homem, principalmente tão lindo quanto o duque, se teria ciúmes dele a ponto de ser tão grosseira com as outras mulheres.
— Está muito silenciosa — disse Taylor Fane, que mais uma vez era Seu vizinho à mesa. — No que está pensando?
Talvez porque já o conhecesse melhor, sem refletir no que ia dizer, foi sincera:
— Estava pensando no duque.
— Sugiro-lhe que pense em outra pessoa. A não ser que queira ver Ashley arrancando-lhe os olhos!
Por um momento ela ficou quieta, perguntando em seguida:
— Ela está muito apaixonada por ele?
— Ela pensa que está.
— E… o duque?
— Esta é uma pergunta cuja resposta cabe a ele mesmo. De qualquer modo, é melhor você não se preocupar com seus casos.
— Sim… é evidente. — Sentiu humildemente que fora imprudente por ter feito aquelas perguntas.
— É demasiadamente jovem para estar numa reunião como esta — disse ele bruscamente.
— Sei que todos são mais velhos do que eu… Mas estou tentando não ser importuna, uma vez que tio Nick foi tão gentil em trazer-me.
— Não o é em absoluto. O único inconveniente é você estar “perdendo o pé” e poder se magoar ao tentar nadar para a superfície.
— Por que haveria de me magoar? — Pensou que ele lhe daria uma explicação, mas ele mudou de idéia.
— Eu lhe direi uma outra vez, mas se aceitar meu conselho deixará o duque sozinho. — Fez uma pausa, e perguntou: — Fará isso?
— Tentarei — disse Demi, obediente.
Embora dissesse isso, sentiu ser aquela uma coisa que não queria fazer. Gostava do duque e desejava a sua companhia.
Terminado o almoço, e como se quisesse desfazer a má impressão causada pela condessa, sir Nick sugeriu a Demi um passeio a cavalo.
Tendo aceito, ela se divertiu muito, embora se sentisse um pouco culpada ao ouvi-lo falar, como se esta fosse a primeira vez que ela montava um dos cavalos do duque. Mas agora era tarde demais. Sabia que deveria ter-lhe contado que estivera cavalgando com o duque, no dia anterior pela manhã.
Entretanto, como já tivesse tomado café na casa da fazenda, e portanto não poderia tomar outro, só se encontrou com o tio muito depois. Além do mais, ele estava conversando com outras pessoas e não havia razão para atrair a atenção delas, contando que fizera um passeio a cavalo com o duque.
— Deveria ter-me lembrado ontem do quanto gosta de montar — disse-lhe o tio, após terem galopado pelo parque. — Você precisa aproveitar enquanto estiver aqui, pois os cavalos do duque são famosos.
Que coisa estranha, pensou Demi, sentindo-se deprimida ao pensar que não passearia mais com ele. Lembrou-se do passeio bem cedinho, quando o lago ainda estava envolto na neblina, e o duque galopara muito tempo antes de conversarem. Tinha sido maravilhoso.
Quando conversaram na casa da fazenda e ele se mostrara tão compreensivo, ela devia ter percebido que era bom demais para que se repetisse.
Sir Nick interrompeu seus pensamentos, perguntando-lhe enquanto os cavalos andavam lado a lado:
— Está gostando, Demi?
— Muito, tio Nick!
— Lastimo o que ocorreu hoje, mas Ashley é uma mulher difícil.
Como Demi não dissesse nada, ele continuou:
— Como deve saber, uma senhora não tem o direito de fazer cenas desse estilo. Ela não deveria censurar você unicamente pelo fato de ter ido à igreja. Contudo, quando tiver vivido neste mundo tanto quanto eu, descobrirá que temos que aceitar as coisas como elas se apresentam.
Rindo, Demi observou:
— Quando eu era criança, minha babá costumava dizer isso.
— É uma boa máxima para nós todos. A minha também costumava dizer: “Não espere demais para não ficar decepcionado!”
— Tenho certeza de que a minha diria o mesmo, tio Nick. Sabia uma porção de frases sábias. Às vezes, quando me lembro delas, julgo-as muito úteis.
— O que quero dizer-lhe — continuou sir Nick, como que seguindo seus próprios pensamentos — é que me sinto orgulhoso de seu comportamento. Sei o quanto deve ter sido difícil, para uma moça recém-saída do colégio, vir diretamente para Mere e enfrentar um grupo no qual todos se conhecem. Entretanto, foi muito bem-sucedida.
— Obrigada, tio Nick. Está sendo muito bondoso
— Algum dia desses, conversaremos sobre seu futuro. Mas não antes do fim da semana, quando partiremos. Quero que se divirta.
Demi não pôde evitar uma sensação de medo. Pelo seu modo de falar, teve certeza de que no fim da semana as notícias não seriam boas. “O que acontecerá comigo? Para onde irei?”, perguntou a si mesma.
Pensou quase desesperadamente que não tornaria a ver o duque. Prometera ao major Taylor que tentaria deixar o duque sozinho, mas não conseguia evitar pensar nele.
Ao voltarem do passeio, seu tio dissera-lhe que iria jogar bridge. Resolveu então ir procurar o sr. Lucas. Surpreendeu-se ao vê-lo em seu escritório num domingo.
— Talvez não devesse escolher justamente hoje para pedir-lhe que me mostre mais algumas coisas desta casa.
— Ficarei encantado, srta. Benson. Quando o duque está presente, o domingo para mim é igual a qualquer outro dia útil.
Levou-a à galeria dos quadros, à biblioteca e a muitas outras salas de recepção. Nestas, não só as paredes e tetos tinham sido projetados por Robert Adam, mas também os belos móveis dourados que as decoravam. Mais uma vez, Demi pensou que Mere era realmente um palácio encantado.
Ao entrarem no que o sr. Lucas disse ser a sala de estar prateada, ela viu que ali se encontravam alguns quadros mais modernos do que nas outras salas. Entre eles um retrato do duque, bem recente. Estava realmente maravilhoso com os trajes que usara na coroação do rei Jorge V.
Ao olhá-lo, e por estar tão bem pintado, Demi sentiu como se pudesse falar com ele, como o fizera ainda naquela manhã ao voltarem da igreja.
— O desenho sobre o consolo da lareira — informou o sr. Lucas — foi feito por Sargent. É um esboço da duquesa, no dia de seu casamento.
Espantada, Demi olhou para ele.
— A duquesa?

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Heloisa: Haha... eita BEST ein... MUITOOO OBRIGADA viU!  Faço questão de le-la! *-* ###POSTANDO## Amhu vc!
Mona; Obrigadinps BEST!  ###POSTANDO## Beijins de estrelas gata! *-*

Bom o cp tá aii! *-*

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Beijins de estrelas.

Amhu vocês.
Ass:Lívia.

17° Capitulo

Por: Lívia Stramare 3 pensamentos
Foi o seu modo de falar infantil e inocente que impediu os que a ouviram de achar qualquer coisa engraçada no que dissera. Mas, antes que a condessa pudesse replicar, sir Nick veio em seu auxílio.
—Ashley, se eu tivesse percebido o quanto você tem consciência das conveniências, é evidente que teria acompanhado Demetria à igreja. Assim poderia ver que ela não cometeu nenhum ato escandaloso, a não ser partilhar com Joseph o livro dos hinos e piscar o olho para um dos meninos do coro.
O modo irônico como sir Nick falou, e acentuou as palavras você e conveniências, fez com que todos rissem e ficassem satisfeitos em aliviar a tensão que dominara o ambiente.
Entretanto a condessa não se dera por vencida.
— Se não pode cuidar de sua sobrinha adequadamente, Nick, estou certa de que Selena o fará de boa vontade quando voltar de sua viagenzinha a Suffolk. Ou terá preferido Dorset?
Os presentes sabiam que aquilo era uma indireta malévola ao último admirador de Selena, cujo nome era lorde Dorset.
Demi não entendeu, mas todos compreenderam que Ashley estava procurando ofendê-lo. Não só pelo que dissera, mas por ter uma sobrinha que atraíra a atenção do duque, se bem que apenas enquanto estavam na igreja.
— Você tem sorte — replicou sir Nick —, pois ao contrário de Selena, sua viagem não precisou levá-la mais longe do que Mere!
Novas risadas. Um duelo de palavras entre dois membros do grupo de Windlemere era sempre divertido. Talvez muito mais espirítuoso do que qualquer representação num teatro.
— Depois disso, Ashley estará disposta a tudo! — observou alguém em voz baixa.
— A sobrinha de sir Nick que se cuide… — disse um outro.
Passando o braço em torno dos ombros de Demi, sir Nick disse-lhe:
— Não lhe ofereço uma taça de champanha por achar que não desejaria bebê-la a esta hora da manhã. Contudo, sei que apreciará uma bebida não alcoólica. Um suco de maçã, por exemplo.
— Sim… seria ótimo.
Demi ficara abalada com o modo de falar da condessa e a hostilidade em seus olhos. “Por que me detesta?”, perguntou a si mesma, sem obter uma explicação.
Foi somente quando se dirigiram à sala de almoço, e viu a condessa conversando de modo íntimo com o duque, que ela compreendeu.
Pensou que devia ter estado cega para não perceber antes. Sentiu que dissera a verdade ao afirmar que não imaginava o duque como um homem.
Era um homem, evidentemente. Na realidade, o mais atraente e lindo que jamais havia imaginado. Mas supunha que, por ser tão imponente, tão exatamente o que ela esperara que fosse, imaginara-o igual a um rei ou um deus da antiga Grécia, onipotente, mas não humano.
Fora tão gentil convidando-a para um passeio a cavalo, para voltarem juntos da igreja. Entretanto, durante todo o tempo que estiveram juntos, não lhe passara pela cabeça que estava com o que sua mãe teria chamado “um rapaz”. Podia ouvi-la quando um dia dissera:
— Querida, você ficará uma moça e então terá uma quantidade de admiradores que desejarão dançar com você. Espero que encontre um bom rapaz por quem se apaixonará, assim como me apaixonei por seu pai.
“Sim, mamãe estava apaixonada por papai.” Ao pensar isto, compreendeu de repente o que a condessa sentia pelo duque. Amor.
Estava “apaixonada” por ele, e sentia ciúmes porque estivera na igreja com outra.
Evidentemente, era ridículo. Contudo, Demi aprendera nos livros que o ciúme fazia com que as pessoas agissem violentamente, assim como Otelo no drama de Shakespeare.

Achou-se culpada por ter passeado sozinha com ele. Mas como explicar isto à condessa? 

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Heloisa: HAHA só você mesmhu! *-* Brigadin´s! *-* Eu tbm tooo! *-* TAVA *-* Claro! Sempre JEMI! *-* SEMPREEEEE! *-* JEMIFOREVER# Beijins de estrelas. Amhu você BEST!

2 coment´s!

Amhu vocês!

Beijins de estrelas.
Ass:Lívia.

16° Capitulo

Por: Lívia Stramare 2 pensamentos
— Se não tivesse interrompido, Joseph — interveio lorde Dartford, antes que Demi pudesse responder —, você teria ouvido o que a srta. Benson tinha a dizer. E penso realmente que seria algo muito sensato.
— Estou escutando… — tornou a falar o duque.
— Não gostaria que pensasse que estou criticando — apressou-se Demi a dizer. — Era… era apenas uma idéia.
O duque franziu os lábios.
— Outra? Qual é desta vez?
Demi olhou para o homem com quem estivera falando, como se pedindo licença para repetir o que dissera.
— Está bem — disse ele com um sorriso. — Se quiser, pode repetir. Não lhe fará nenhum mal saber a verdade.
— Que verdade, Lionel? — perguntou o duque.
— A srta. Benson lhe dirá.
— Bem, eu estava dizendo que se fosse Sua Excelência, não permitiria que em minha casa as pessoas perdessem mais do que pudessem gastar.
Percebeu nos olhos do duque uma expressão de incredulidade.
— Não porque julgue o jogo imoral — continuou ela —, embora não compreenda a atração que exerce sobre algumas pessoas… Mas simplesmente porque gostaria que meus convidados se sentissem felizes. — Vendo que os dois homens com quem falava estavam ouvindo, continuou: — Ninguém pode ser feliz se se sentir, como este senhor se sente, um tolo por perder dinheiro num jogo no qual ele tinha pouca chance de ganhar.
Parou de falar, e viu que o duque estava atônito.
— Isso é verdade, Lionel? — perguntou ele.
— Receio que sim.
— Percebi que Arthur estava ganhando demais na noite passada. Entretanto esperava que você fosse sensato para parar antes de ficar seriamente prejudicado.
— Deve acusar seus bons vinhos por me darem um falso otimismo — acrescentou Dartford.
O duque ficou carrancudo.
— Acho que a srta. Benson tem razão. Apostas altas devem ser feitas nos clubes, e não permitidas em casas particulares. Nelas é difícil para os convidados quebrar a mesa ou ir para a cama mais cedo do que os outros. A culpa é minha, por deixar que isso aconteça.
— Não! Não faça isso. Fui o único culpado. Fiz um papel ridículo. Não imagino por que aborreci a srta. Benson com minhas preocupações. Vamos olhar os cavalos. — Virou-se abruptamente, dirigindo-se para as estrebarias.
Demi olhou para o duque.
— Sinto pena dele… — disse a moça.
— De qualquer forma, porei as coisas em ordem. Não deve preocupar-se.
— Tentarei — disse Demi —, mas…
— Já lhe disse para deixar tudo comigo — interrompeu-a ele. — Vamos ver os cavalos também.
Dirigiu-se para a estrebaria juntando-se aos outros que estavam admirando o garanhão que montara na véspera.
Demi procurou ficar ao lado do tio. Ao irem olhar outra baia, fora do alcance dos que podiam ouvi-los, o tio perguntou-lhe:
— Do que estava falando com lorde Dartford?
— Ele está transtornado porque perdeu muito dinheiro no jogo.
— O mesmo aconteceu com muitos outros, só que são mais esportivos para se queixar.
— Ele não estava se queixando — replicou Demi. — Apenas me confessou que tinha sido um idiota.
— Pelo que vejo, você está sempre preparada para agüentar as vítimas da injustiça social.
— Mas é claro! Aqueles que estão por cima não precisam de auxílio, e menos ainda de mim!
Seu tio achou graça, e passaram a conversar sobre cavalos.
Já estava quase na hora do almoço quando voltaram para casa. Demi, após arrumar-se um pouco, desceu e dirigiu-se para o salão azul, sabendo que era ali o ponto de reunião. Quase todos encontravam-se presentes e já tinham nas mãos uma taça de champanha quando ela entrou.
Ao avistar seu tio no fundo da sala, ia se dirigir para ele, quando a condessa de Hellingford afastou-se das pessoas com as quais conversava, e intercetou-lhe o caminho.
Demi achou-a muito bonita, num vestido de gaze e renda, o colar de pérolas e brincos de brilhantes, que cintilavam a cada movimento que fazia.
— Soube, srta. Benson — disse a condessa num tom de voz bastante alto para ser ouvido por todos, parecendo destilar veneno —, que acompanhou o duque à igreja esta manhã. Por mais ignorante que seja, deve saber que não é correto para uma moça solteira andar de carruagem com um homem.
Demi teve a impressão de que a sala toda ficara em silêncio, quando a voz da condessa ergueu-se acusadoramente, como se ela estivesse no banco dos réus. Por um momento a surpresa impediu-a de falar, mas em seguida respondeu:
— Lastimo muito… mas não imagino Sua Excelência como um homem.

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Heloisa: HAHA!!! E vai ter! Haaa mais ele vai ser... acredite ele vai! *-* Ela terá! Flor em relação das outras historias eu só poderei dar-lhes o nome, pois as sinopses virão com a história, e eu terei de "pegar" as historias. Então infelizmente só posso disponibilizar os nomes! :( Mais eu acho que os nomes são as PROPIAS historias, eles contam quase tudo pelo titulo! Espero que vote! *-* Bom o cp tá aiii. Beijins de estrelas.

2 coment´s gente.

E espero que vocês estejam tão assiosos tanto quanto eu!

Beijins de estrelas.

Amhu vocês, muitooooooooo.


Ass:Lívia.

15 ° Capitulo

Por: Lívia Stramare 2 pensamentos
Demetria usava um vestido de musselina fina. Embora fosse muito cedo, já estava bem quente. O chapéu com a aba virada para trás era o mesmo que usara na viagem e que lhe dava uma aparência jovem.
Não olhou para ele, que ficou imaginando se ela percebera a sua presença. Era realmente imprevisível. Qualquer outra mulher teria feito tudo para chamar-lhe a atenção, atrair seu olhar sem respeitar a santidade do lugar.
O culto foi iniciado com uma música tocada surpreendentemente bem por uma moradora da vila. O órgão tinha sido dado à igreja pela mãe do duque. O coro, composto de meninos da escola da aldeia, cantava os salmos e hinos harmoniosamente. Mais uma vez tinha sido a mãe do duque que se dera ao trabalho de reunir um grupo de meninos, que tinham sido ensinados por um mestre de coro.
Como Demi havia sido educada num convento católico, ele imaginou se teria dificuldade em seguir o culto anglicano no livro de orações inglês. Mas como parecesse estar muito à vontade, concluiu que ela deveria ter freqüentado a igreja britânica na embaixada de Roma.
Ouviu sua voz cristalina e jovem, ao cantar os salmos. Sua mãe deveria tê-la apreciado. De acordo com a tradição, o culto não devia prolongar-se muito. O sermão não podia ultrapassar dez minutos, no máximo, caso isto acontecesse, o duque, após consultar o relógio, retirar-se-ia.
Demi ouvia com atenção as palavras do pastor, completamente imóvel. Uma coisa que irritava o duque era ver uma mulher agitando-se o tempo todo, assim como Ashley Hellingford ao mexer nas pérolas de seu colar, e brincar com os anéis em seus dedos.
Um dia, ele lhe perguntara:
— Não compreende que, ao agitar-se inutilmente, está desperdiçando energia? Ainda outro dia li um artigo de um médico a esse respeito.
— Querido, a minha energia compensa a que lhe falta, mesmo contando com o excesso que é desperdiçado.
Não podia haver engano no que ela subentendera, e o duque não a censurou mais por agitar-se daquele modo. Mas aquilo começou a irritá-lo cada vez mais.
A bandeja da coleta começou a circular, e ele reparou que Demi nela colocara uma moeda. Ao terminar o culto, o pastor abençoou a congregação. Depois se dirigiu ao banco do duque, que sempre saía da igreja antes dos outros.
Após cumprimentar o pastor, o duque, dirigindo-se a demetria, perguntou-lhe:
— Vai voltar comigo?
Sabia que o modo de ela lhe obedecer fazia parte de sua disciplina escolar. Assim, saíram pela nave central, caminhando lado a lado atrás do pastor.
— Adeus, Excelência — disse ele. — Foi uma honra e uma satisfação tê-lo conosco.
— Quero congratulá-lo pelo sermão interessante, reverendo — disse o duque. O velho pastor corou de felicidade.
A carruagem já o esperava, e um criado de libre mantinha a porta aberta. Demi olhou para o duque.
— Espero que volte comigo — disse o duque.
— Posso? Gostaria muito.
Com um sinal da mão, indicou-lhe que devia subir primeiro. Ao partirem, ele perguntou:
— Deveria ter pensado que desejasse ir à igreja. Como ficou sabendo do culto?
— Perguntei a Miley, a empregada. Nenhum de seus convidados costuma acompanhá-lo à igreja no domingo?
— Suponho que quando estão em Londres, compareçam ao culto — respondeu ele, evasivamente. — Entretanto, tendo sido seu pai um pastor protestante, creio que no que lhe diz respeito, esse é um hábito que não desejará abandonar.
— De fato, nunca desejei. Quando estou na igreja, sinto-me não só perto de papai mas, como ele costumava dizer, é nela que encontro força para encarar as dificuldades e os problemas que possam surgir durante a semana seguinte.
— Força? — perguntou ele. — O que significa isso para você?
— Meu pai ensinou-me que podemos nos imbuir da força da vida, que é o próprio Deus. Quando oramos, ela flui em nosso íntimo, e se desejamos auxiliar outras pessoas, elas também podem ser impregnadas dessa força que reside em nós mesmos.
Demi falou simplesmente e sem afetação. Após refletir no que ela dissera, o duque observou:
— Julgo ser essa uma excelente explicação do que a religião deveria fazer pelas pessoas. Mas costuma fracassar lamentavelmente.
— Sei que os católicos também acreditam nisso — dissera Demi — Conseguem essa força não só através de seus sacerdotes, mas também das imagens de seus santos. — Como sentindo que o duque esperava uma explicação, continuou: — Quando estava em Roma, vi muitas vezes pessoas ajoelhadas ante uma estátua ou uma imagem de um santo. Sabia que não rezavam para pedir apenas um auxílio ou algo que desejassem particularmente. Elas sentiam estar recebendo algum poder especial, transmitido pelo objeto ao qual dirigiam suas preces.
— Compreendo o que está dizendo, e interessa-me incrivelmente. Muitas vezes, durante minhas viagens, tive ocasião de ver católicos acendendo velas e rezando em suas igrejas, e também me perguntava o que aquilo poderia significar. Agora, deu-me a explicação.
— Acho que uma pessoa tão importante como o senhor, com tantas outras sob sua responsabilidade, necessita de mais força do que uma outra, mais jovem e insignificante como eu.
— Está sugerindo que devo rezar mais freqüentemente do que qualquer outro? — perguntou o duque num tom ligeiramente irônico.
— Não precisa fazê-lo tanto quanto eu. Mas ao mesmo tempo, não existe ninguém que não necessite da união com a força e o poder de Deus. Até o próprio Cristo teve essa necessidade.
O duque pensou no que diriam seus amigos se pudessem ouvir a conversa dele com uma moça de dezoito anos. Talvez nem acreditassem. Não se lembrava de ter falado sobre Deus e orações com ninguém desde que se tornara um homem. Quando estivera em Oxford, ele e seus companheiros às vezes analisavam seus impulsos e atos, e discutiam de um modo abstrato a diferença entregas várias religiões.
Mas agora, ouvindo o que Demetria dissera, pensou que ela conseguira transformar a vida numa coisa muito simples. Entretanto, sabia o quanto seus amigos achariam tudo aquilo irrisório. Era tão fácil ridicularizar as crenças que ela alimentava, converter em piada a alegação de que um homem igual a ele pudesse obter de Deus a sua energia!
Ficou indeciso se deveria avisá-la para ter cuidado com quem discutisse aquelas idéias. Contudo, ela o fazia com tal pureza e sinceridade ingênua, que qualquer homem decente que a ouvisse a respeitaria. Mas sabia que isso não incluía as mulheres, principalmente uma igual a Ashley.
Ocorreu-lhe de repente que Ashley não era honesta sob nenhum aspecto. Era má, e pela primeira vez durante muitos anos, duvidou de seu próprio interesse por uma mulher que possuía tão poucas características que ele realmente admirava.
Estavam quase chegando à porta de entrada, quando Demi lhe disse baixinho:
— Desculpe-me se o que lhe disse aborreceu-o. Mamãe sempre dizia que não devemos impor nossas opiniões aos outros.
— Você não me impôs nada que eu não estivesse muito interessado em ouvir.
Percebeu, pelo sorriso de Demetria, que a resposta encantara a garota.
Demi passou uma manhã agradável com sir Nick visitando as estrebarias. Ele contou-lhe que em Mere, assim como na maioria das outras mansões, era costume visitar as estrebarias na manhã do domingo. Ela reparou que os empregados tinham tido um grande trabalho para deixar tudo em ordem.
Os corredores estavam cobertos de areia limpa, havia palha nova nas baias, e os cavalos tinham sido escovados até ficarem com o pêlo brilhando como cetim. Não estavam ali há muito tempo, quando lorde Carnforth se aproximou falando de seus próprios cavalos. Zac Gillingham e três outros membros do grupo juntaram-se a eles.
— Levanta-se muito cedo, srta. Benson — disse lorde Dartford dirigindo-se a Demi.
— O dia está demasiadamente lindo, para ficar na cama.
— Concordo, mas todos fomos deitar muito tarde, tentando perseguir “Dona Sorte”, que evidentemente nos virou as costas.
— Perdeu muito? — perguntou Demi, amavelmente.
— Mais do que devia.
Ela o olhou intrigada, ouvindo-o dizer em seguida:
— Sei que me julgará um idiota, e é o que também penso de mim. Como todos os jogadores, estou sempre convencido de que encontrarei a fortuna ao virar a carta seguinte.
— Li certa vez como pode ser imensa a desvantagem de alguém que jogue continuamente com um vencedor contumaz nos jogos de cartas!
— Está me dizendo o que já sei! Conforme já ouviu, sou um perfeito idiota, mas talvez nesta companhia eu seja muito orgulhoso para confessar que não posso realmente dar-me ao luxo de jogar pagando apostas tão altas.
— Acho errado alguém pretender que o faça — disse Demi. — Se eu fosse o duque, certamente…
Não pôde terminar a frase, pois uma vez atrás dela perguntou:
— Por acaso ouvi dizer “se eu fosse o duque”? Estou interessado em escutar o fim dessa frase.

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Heloisa BEST eu tbm tava morrendo de saudades tuas! E concerteza 2 dias é MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!  HAha ja to ###postando### Nossa vai ter BASTANTE cp´s, mais BASTANTE mesmhu! Mais a cada um a historia fica cada vez mais eeltrizante. Beijins de estrelas. te amhu BEST!

Bom gente eu espero do fundo do coração que vocês tenham gostado e muitooooo! *-*

2 coment´s! *-*

Beijins de estrelas.

Amhu vocês
Ass:Lívia.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

14° Capitulo

Por: Lívia Stramare 2 pensamentos
— Como já disse, pensei que apreciaria devidamente esta refeição, enquanto que as senhoras em Mere tomam apenas uma xícara de café.
— Espero jamais ficar assim.
— Está prevendo que poderia?
— Receio que se ficar com tio Nick e tia Selena, possam pretender que eu me comporte mais… digamos, elegantemente. Mas acredito que eles me mandarão viver com um de meus outros parentes.
Não havia dúvida de que essa idéia a preocupava. Após um momento o duque disse-lhe:
— Sua tia gosta muito de Londres. Você ficaria satisfeita morando lá?
— Creio que seria desonesto se respondesse não, por nunca ter sido convidada para as festas. Contudo, o que realmente gostaria seria viver fora da cidade, com cavalos para montar, e talvez ter bons amigos… e não apenas uma quantidade enorme de conhecidos.
Disse isso devagar e ponderadamente, como se estivesse pensando antes de falar. Antes que o duque pudesse responder, ela olhou pela janela e continuou:
— Acho que os agricultores e os fazendeiros são pessoas muito felizes por se sentirem um pouco parecidos com Deus.
— Com Deus?! — exclamou o duque. — O que está querendo dizer com isso?
Demi sorriu como se estivesse desculpando-se.
— Ao ver os bezerros, os cordeirinhos e os porquinhos, ocorreu-me que os fazendeiros estão sempre criando uma nova vida. A cada ano, nascem novos animais, o que não só deve ser emocionante, mas deve dar-lhes uma sensação de onipotência.
O duque riu.
— Até hoje nunca ouvi uma idéia dessas. Certamente deve ser cheia de originalidade.
Demi lançou-lhe um olhar rápido, como se pensasse ter dito algo errado. Sem que ela lhe perguntasse, o duque acrescentou:
— Originalidade é o que falta às pessoas. Estou imaginando de onde podem ter vindo essas suas idéias.
— De minha cabeça — respondeu ela, ingenuamente.
— E com quem já as discutiu?
— Com poucas pessoas. As meninas no colégio gostavam de falar sobre o que haviam feito nas férias. Como eu nunca saía de lá durante esse período, não podia participar dessa conversa. Às vezes falavam sobre o que iam fazer ao sair da escola, e eu não tinha idéia do que acontece comigo.
— Está me dizendo que falava consigo mesma? — perguntou ele.
— Não é bem assim. — Sorriu e disse: — Penso profundamente e imagino histórias, mas jamais sonhei em ver uma casa tão fabulosa quanto a sua, e ter a oportunidade de conhecer todas as preciosidades que existem em Mere!
— Ainda não viu todas.
— Talvez não haja tempo para ver o resto… — Suspirou e acrescentou: — Espero que tio Nic não resolva partir antes que eu tenha conhecido tudo.
— Pelo que sei, posso garantir-lhe que ele está disposto a ficar mais ou menos uma semana.
— É o que eu esperava. E mais uma vez, obrigada, muito obrigada por receber-me.
— Se eu disser que é um prazer, parecerá uma frase banal, palavras delicadas, quase obrigatórias. Desta vez, porém, é a verdade.
Ela sorriu como se tivesse recebido um presente muito especial. Serviu-se em seguida de mais uma fatia de pão.
Enquanto prosseguia seu caminho para a igreja, o duque pensava naquilo tudo. Lembrou-se também de que naquele dia, ao voltarem para Mere, ela lhe dissera:
— Já temos que voltar? Gostaria de continuar galopando… durante horas e horas!
— Terá outros dias para fazer isso.
— Eu sei… mas às vezes desejaria que o tempo pudesse parar.
Ele sentiu em sua voz algo que o fez perguntar:
— Sinto-me curioso de saber se o que está me dizendo de um modo um tanto indireto não subentende outra coisa. Sente-se um pouco apreensiva, ou talvez encabulada no meio de meus convidados?
Ao fazer-lhe essa pergunta, pensava que seria perfeitamente natural que uma moça assim se sentisse. Era o que esperavam antes de sua chegada. Entretanto, Demi não se comportara conforme Archie Carnfotth insinuara. Ela, porém, respondera-lhe:
— Mamãe costumava dizer-me que a timidez é uma forma de egoísmo. Pensamos mais em nós mesmos do que nos outros.
— Mas certamente — insistiu o duque — sentiu-se um pouco encabulada no primeiro momento?
— Confesso que senti como se muitas borboletas estivessem esvoaçando dentro de mim… Mas, quando o vi, esqueci de mim mesma.
— Por que eu? — perguntou ele intrigado.
— Por ser exatamente o que eu esperava que fosse o dono da casa de meus sonhos. Acontece que o sr. Gillingham dissera-me que Mere era igual a um palácio encantado.
— Sinto-me satisfeito por não a ter decepcionado.
— Não, ao contrário. Mostrou-se exatamente como devia ser, o mesmo ocorrendo com as outras pessoas. Aquelas senhoras tão lindas, deslumbrantes com suas jóias e vestidos luxuosos, movendo-se graciosamente como se fossem cisnes. As flores enfeitando a mesa do jantar, os quadros… Eu nunca me esquecerei de tudo isso!
Ao pensar agora no que ela falara, o duque disse a si mesmo que Demetria via tudo aquilo como se fosse um quadro. E, instintivamente, compreendeu que nem ele nem o resto do grupo eram realmente humanos para ela.
Demetria era igual a uma criança assistindo fascinada a uma peça representada no palco. Concentrava-se no que via e ouvia, porém não sentia que participava dela pessoalmente.
Ele ignorava por que compreendia aquilo. Parecia-lhe que de certo modo podia ler seus pensamentos e sentia o que ela estava tentando expressar com palavras.
Sobressaltou-se ligeiramente ao ver que a carruagem chegara à igreja. Avistou o pastor, já vestido com a sobrepeliz, que o esperava no pórtico, para acompanhá-lo à nave e levá-lo para o banco imponente de madeira entalhada. Ficava na parte reservada aos nobres e pertencia à sua família.
— Bom dia reverendo.
— Bom dia, Excelência. É uma grande honra tê-lo aqui mais uma vez. -Essas palavras formais eram sempre repetidas nessas ocasiões.
Sem esperar a resposta do duque, o pastor foi na frente, passando pela nave central, entre os bancos nos quais se encontravam os empregados de Mere e alguns aldeões.
Por ter estado pensando em Demetria, o duque não se surpreendeu ao vê-la no banco da família. Após o pastor o ter conduzido à sua cadeira especial, esculpida com o seu brasão, sentou-se na almofada vermelha.
Olhou para Demetria, que de cabeça erguida admirava o lindo vitral por cima do altar.

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Paola minha DIVAW brigadin´s! *-* Você sabe como abrir um sorrisão no meu rosto! *-* Bomo post tá aii! Beijins de estrelas. Te amhu BEST! E não esquenta não tá?

As coisas começam a se encaixar de uma maneira, estranha, mais começam. Espero que vocês estejam gostando dessa emocionante historia.

2 coments.

Amhu vocês.

Beijins de estrelas.


Ass:Lívia.
 

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